Enxoval hoteleiro – como administrar, organizar e cuidar das roupas de cama!!!

O segredo da longevidade da roupa de cama em hotéis está na boa gestão das peças. O objetivo da gestão está na vida útil e a meta na rentabilidade do ciclo de vida das roupas de cama.

 

O segredo da longevidade da roupa de cama em hotéis está na boa gestão das peças. O objetivo da gestão, por sua vez, está na vida útil e a meta na rentabilidade do ciclo de vida do enxoval. Independente do público

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Linha para Hotéis da Sulamita Enxovais

a que se destina, o enxoval está presente e, diga-se de passagem, em grande quantidade, necessitando então de hábil administração para o controle das peças (roupa de cama, mesa e banho), sob pena de pesar na receita. É certo afirmar, porém, que as roupas de cama não duram para sempre. Sendo assim, o descarte de peças desgastadas e danificadas fazem parte do processo. O que se pode fazer, a fim de diminuir as perdas, é treinar a governança no sentido de cuidar e organizar o enxoval hoteleiro para que as peças durem o máximo possível. Veja as ponderações abaixo:

1- Higienização das peças
Uma parte representativa dos hotéis brasileiros (cerca de 35%) utilizam os serviços de lavanderias terceirizadas para a higienização de seu enxoval. Devido a isto, nota-se um crescente investimento das lavanderias em tecnologias que garantam a qualidade e longevidade das peças dos hotéis.

2- Controle das peças
O controle do enxoval encaminhado às lavanderias, para evitar furtos ou extravios, deve ser feito pelas camareiras. Estas, ao efetuarem a limpeza, devem registrar quantas peças são retiradas de cada apartamento.

3- Transporte do enxoval
Muitos cuidados devem ser dispensados à forma de transportar as roupas de cama dos hotéis, por parte das lavanderias. Uma boa dica, por exemplo, é que esta operação seja feita em gaiolas forradas com tecido para evitar danos às peças.

4- Contagem das peças
É imprescindível que, tanto na ida quanto na volta, o hotel faça a contagem das peças enviadas à lavanderia, registrando-a em relatório.

5 – Inventário
É fundamental que o hotel faça mensalmente um inventário geral com todas as peças do hotel. Desta forma, é possível, além do controle sobre o enxoval hoteleiro, descobrir baixas na roupa de cama por roubos, por exemplo. A movimentação para realização do inventário na hotelaria, no entanto, envolve uma forte estrutura, pessoas, dados e tempo. Um recurso tecnológico que pode viabilizar e fazer mais seguro e menos falho esse processo é por meio do controle por Rádio Frequência (RFID). Com o chip, por exemplo, é possível, armazenar informações referentes ao dono de cada peça, data de compra, fabricante e data da última lavagem. Essas informações são relevantes para gerenciamento do enxoval e o custo de sua implantação é justificado pelo resultado do controle.

6- Organização das peças
O enxoval hoteleiro volta da lavanderia lavado e embalado, pelo menos na grande maioria dos casos. As camareiras, então, devem organizá-las em prateleiras, tendo o cuidado de separá-las por tipo para facilitar o trabalho. Ao abrir as embalagens para uso, é função das camareiras:
– verificar as condições de limpeza,
– verificar as condições de alvejamento, e
– verificar as condições de passadoria.

As peças que voltarem da lavanderia com qualquer tipo de irregularidade, devem ser reencaminhadas à empresa para nova lavagem ou, em casos extremos, descartadas pelo hotel.

7- Cuidados especiais
A qualidade e a quantidade de produtos químicos aplicados durante a lavagem das roupa de cama vão determinar a maior ou menor longevidade do enxoval. Quanto mais química, menor o tempo útil do enxoval. Assim, uma boa dica para preservar as peças é adotar um sistema de rodízio, nunca usando o enxoval que acabou de chegar da lavanderia até completar um período de 48 horas para a completa regeneração das fibras.

8- Medidas preventivas
Uma boa tática para se prevenir roubos ou extravios de peças encaminhadas às lavanderias, é identificá-las com etiquetas de tecido com a logomarca do hotel.

9- Reposição de estoque
É muito importante que anualmente os hotéis façam a reposição do enxoval faltante devido à perda, dano, extravio e desgaste do material. Desta forma, mantém-se o número de peças necessárias à boa operação hoteleira, não correndo o risco de ser pego de surpresa em algum momento.

10- Pesquisa de preço
O preço é determinante no processo de compra. Sendo assim, é fundamental que o hotel faça uma boa pesquisa de mercado para identificar o fornecedor que nos garanta, entre outras coisas, um produto de qualidade, um produto de preço acessível, o melhor prazo de pagamento na compra, entre outros.

Por Silvana Teixeira.
Fonte: Revista Hotel News.

 

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7 PASSOS PARA FAZER O CLIENTE COMPRAR NOVAMENTE NA SUA LOJA

“Não suma”. Você com certeza já ouviu essa frase bastante hospitaleira. Porém, para pequenas empresas, clientes que sempre voltam são fundamentais. Para o empresário, é importante entender como manter os clientes. Aqui temos sete ideias e estratégias:

1. Clientes fiéis custam menos do que clientes novos
Estudos mostram que é mais barato trazer um cliente de volta do que atrair novos clientes. Isso faz sentido se pensarmos no custo da propaganda, da mídia e de outras ferramentas para chamar a atenção de clientes novos. Além disso, conquistar um novo cliente pode depender do “momento certo”.

“Os futuros clientes só vão prestar atenção em você quando estiverem prontos para comprar ou trocar de marca”, diz Ed Brennan, diretor de uma empresa de marketing e relações públicas. “Isso significa que você deve tentar atraí-los o tempo todo, para atingir aqueles poucos que estão prontos para escolher a sua empresa”, conclui Ed.

2. Clientes fiéis são propagandas ambulantes
Se um cliente volta, provavelmente é porque gostou do que viu. E, assim, há grandes chances de ele espalhar a notícia e o público virá de graça até você. Estimativas recentes dizem que cada pessoa influencia de 50 a 300 outras pessoas. Imagine quanto tempo um representante de vendas gastaria para atrair 300 clientes. No entanto, ter um cliente cativo e descobrir maneiras para que ele fale da sua empresa aos amigos faz com que você aumente a sua ‘equipe de vendas’ sem ter que gastar mais.

3. Para conquistar clientes, seja consistente
Pode parecer que, para cativar os clientes, basta oferecer bons serviços e produtos. É verdade, mas a qualidade do serviço não pode variar. Os clientes voltam porque são bem tratados todas as vezes.

4. Contrate as pessoas certas
Como os funcionários são a cara da empresa, o comportamento deles e o relacionamento com os clientes podem cativar os clientes e fazer com que eles voltem. Pessoas positivas, amigáveis e que realmente se importam com um bom trabalho são o primeiro passo nessa direção. Qualquer funcionário que vá ter contato com os clientes (desde uma recepcionista até o departamento de cobrança) tem que entender a importância de tratá-los bem.

5. Conheça bem os seus clientes
É difícil criar fidelidade se você não sabe o que os clientes valorizam. Uma maneira de fazer isso é usar um software para ajudar a organizar o relacionamento com os clientes. Mesmo uma empresa pequena, que funcione na casa do seu dono, pode aproveitar um programa como esse.
6. Seja simples
Um cliente fiel é aquele que você conhece. Cultive esse relacionamento da maneira mais pessoal possível. Por exemplo, saiba o nome dos clientes. Para isso, os programas como o BCM ajudam bastante, pois você pode ver as informações dos clientes e tudo o que já compraram quando quiser.  Tratar os clientes de maneira pessoal é a melhor vantagem sobre a concorrência. Todo mundo adora entrar em uma cafeteria e ver que o garçom lembrou o seu nome e a sua bebida favorita.
7. Mantenha contato
Mantenha contato com os seus clientes para incentivá-los a voltar. Use um blog na internet, um informativo ou outro veículo para nunca interromper a comunicação. “Enviamos uma carta escrita à mão para agradecer aos nossos clientes quando eles fazem pedidos acima de um determinado valor e incluímos um desconto para a próxima compra”, diz Heather Ledeboer, dona de uma loja de artigos para pais e filhos. “Também temos um blog que oferece informações e damos brindes semanais usando vídeos na internet. Os clientes acabam nos conhecendo e se tornam fiéis à nossa loja.”

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* Jeff Wuorio é especialista norte americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

 

FONTE: http://revistapegn.globo.com

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Winner

Marketing e propaganda, você sabe a diferença?

Comumente se ouve falar de marketing e propaganda, de vendedores ambulantes até o mais alto cargo em uma empresa, e isso é ótimo, pois é um conhecimento que todos deveriam ter independente da sua colocação profissional no Mercado.

Apesar dos referidos termos serem bastante divulgados, não se há na maioria das vezes a distinção entre os dois, até mesmo entre estudantes de Administração ou cursos similares. Apartir desta constatação nos aprofundararemos um pouco mais no tema.

De acordo com KOTLER (1976), o marketing é a análise, organização, planejamento e controle dos recursos da empresa, gerados a partir do consumidor, com o objetivo de satisfazê-lo em suas necessidades e desejos, de forma lucrativa.

Já para BARBOSA e RABAÇA (2001), as ações de marketing envolvem toda a vida do produto ou serviço, desde o momento em que ele é apenas uma ideia, invenção, projeto ou uma demanda do consumidor detectada em pesquisa, até o consumo, incluindo as etapas de pós-venda (atendimento ao consumidor após a compra do produto ou contratação do serviço). Isto é, conhecer o que o consumidor deseja além de estudar a produção desta necessidade (bem ou serviço), produzi-la, distribuí-la e vendê-la ao consumidor, inclusive orientando este a consumir o produto. Através do marketing, procura-se satisfazer as necessidades de consumo e criar novas necessidades.

Para entender o conceito de publicidade deve se ater a sua definição baseada em alguns autores. De acordo com o Código de Ética dos Profissionais da Propaganda no Brasil (1976), a propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado, serviço, instituição ou ideia, visando orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido.

O termo propaganda possui dois sentidos bem definidos: o sentido político e o sentido comercial. No sentido político, propaganda é a divulgação de doutrinas, opiniões, informações e afirmações baseadas em fatos, verdadeiros ou falsos, com o fim de influenciar o comportamento do público em geral ou de um grupo de pessoas consideradas como cidadão.

No sentido comercial, significa divulgação de mensagens por meio de anúncios, com o fim de influenciar o público como consumidor.

Apartir destas distinções se percebe que o marketing é então, mais abrangente que a publicidade, que é o ato de publicar algo – uma curiosidade a parte, o símbolo da publicidade é um galo – fazendo assim parte do marketing, este que vai desde o estudo de Mercado, elaboração e produção de um serviço ou produto até o pós – venda.

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6 competências profissionais valorizadas na crise

Assim como o ano passado, 2016 já se anunciava como um período árido para muitas áreas da economia brasileira, com baixo crescimento e um nível de demissões acima do presenciado anteriormente. E com os recentes acontecimentos políticos, a economia ficou mais instável e o cenário atual, incerto.

Mas não são raros os casos de profissionais que conseguem bons resultados – e até mesmo uma promoção – em momentos como este. “Em geral, são profissionais que possuem uma visão mais abrangente da sua área e que procuram outras formas de rentabilizar os negócios da empresa, aproveitando as oportunidades que surgem em meio a crise.”, explica Helena Magalhães, sócia da People Oriented Consultoria, especializada em recrutamento de média e alta gerência.

Segundo a consultora, independente de características técnicas, existem algumas habilidades que fazem com que o profissional se sobressaia em momentos mais difíceis na economia, pois demonstram seu preparo para se adaptar às novas situações que ocorrem sem perder o foco no futuro. Confira:

Visão estratégica
Entender que esse é um período que, como todos os outros, terá começo, meio e fim e que é essencial pensar em um plano de negócios a médio e longo prazo ajuda o profissional a ter uma visão mais clara da situação.

Comprometimento
Não se deixar contaminar pelo pessimismo e manter a mesma dedicação e empenho empregados anteriormente, entregando tarefas no prazo estabelecido e se oferecendo para participar de projetos que possam se beneficiar da sua contribuição.

Gestão de pessoas
Para os cargos de liderança, é muito importante ficar atento ao “clima” da sua equipe e tomar medidas para que não haja uma queda de resultados ou da qualidade do trabalho entregue. Seja com uma reunião geral, explicando o momento e pedindo a colaboração de todos, ou em conversas particulares, apresentando sugestões de ação para cada membro.

Austeridade
Reavaliar propostas e indicar soluções viáveis, seja com os fornecedores, colegas de outras áreas ou com clientes, é uma característica ainda mais valorizada em momentos “de baixa” na economia, quando os contratos costumam ser revisados e as demandas mais urgentes e exigentes.

Adaptabilidade
Saber se adaptar às mudanças, desde uma troca de função ou um adendo ao escopo de trabalho, é uma qualidade muito procurada pelas lideranças, especialmente em momentos de re-estruturação do quadro de funcionários da empresa.

Atualização constante
Profissionais que demonstram preocupação em adquirir novos conhecimentos, tanto por meio de MBAs ou mesmo por cursos à distância se destacam em um período no qual as empresas costumam ser ainda mais exigentes.

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Benefícios da Revenda por Catálogo

Nos dias de hoje, a profissão de vendas ainda é uma das que mais crescem em todo o território brasileiro. Porém, o seu formato mais tradicional não é mais o único e disputa diretamente com outros métodos para a realização de vendas.

Uma das formas de venda que mais cresce em todo o Brasil é certamente a revenda. O crescimento acontece de forma bem expressiva, e dá muito certo principalmente considerando o novo perfil do consumidor: o cliente dos dias de hoje não quer unicamente realizar uma compra e sair contente com ela. Ele quer, além disso, criar uma interação com essa marca.

Quem sai ganhando é também o consumidor, que ganha um tratamento único e diferenciado em cada uma de suas compras, afinal, o atendimento não é diretamente na empresa, e sim por meio de um revendedor, que está ali unicamente para auxiliar o cliente em questão.
Porém, é claro que os benefícios mais expressivos estão relacionados ao próprio revendedor, que além de garantir uma alta lucratividade por cada uma de suas vendas, também cria interação com os clientes.

Qualidade de vida é uma expressão que indica as condições de vida de um ser humano, que envolve várias áreas, como o bem físico, mental, psicológico e emocional, relacionamentos sociais, como família e amigos e também saúde.

Descubra que é possível ter qualidade de vida trabalhando!
Um dos grandes motivos é este que leva as pessoas a busca pela venda porta a porta, a qual proporciona uma carreira crescente em vários aspectos, além de permitir a qualidade de vida, tais como:
– Uma ampla rede de contatos;
– Maior circulo de amizades;
– Agenda flexível;
– Alimentação Saudável;
-Tempo para a família;
– Maior tempo para descanso;
-Controle do seu ambiente de trabalho.

Uma dica para as revendedoras é apresentarem soluções diretamente para os clientes como forma de conservação dos produtos e quais itens não podem faltar.
Além disso, é por meio do trabalho de revenda que o indivíduo pode organizar melhor a sua própria agenda, já que ele pode conciliar o seu trabalho com outras atividades do dia a dia ou até mesmo para cuidar da casa e dos filhos.

Mas, afinal, porque revender cama, mesa e banho? A verdade é que o cliente preza por um atendimento único e personalizado, coisa que um revendedor pode oferecer melhor do que ninguém.

Sendo assim, revender cama, mesa e banho é uma ótima opção para aqueles que querem oferecer um diferencial para os seus clientes.

Sucesso e bons negócios a todos!

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Revenda por Catálogo no seu Bairro

Os catálogos para revender enxovais são boas opções para quem está querendo ter uma renda extra, trabalhando no próprio bairro ou mesmo a partir de casa.
Naturalmente os enxovais de cama, mesa e banho, são muito procurados pelas donas de casa e se você for uma pessoa de fácil relacionamento em seu bairro, as chances são que as vendas irão acontecer de uma maneira ainda mais natural e frequentemente. Isso que é o importante para conseguir gerar renda com a revenda de enxovais por catálogos.
Pensando nessa oportunidade que pode vir a despertar interesse em muitas pessoas, preparamos algumas dicas úteis que vão lhe ajudar a começar trabalhar dessa forma:

– Vantagens de pegar catálogos para revender enxovais
Uma das principais vantagens que as pessoas observam logo de inicio é a possibilidade de pegar catálogos para revender enxovais sem precisar investir muito dinheiro, sendo que na maioria das empresas o pagamento inicial para efetuar o cadastro e ter direito aos catálogos fica entre R$ 20 e R$ 60 Reais, portanto é possível iniciar com pouco e ter um bom lucro ao final de cada mês se você for realmente uma boa vendedora.
Outra vantagem ao trabalhar com os enxovais por catálogos é que esses produtos tem sempre uma boa vendagem em todos os lugares, afinal são itens necessitados no dia a dia de todas as residências. A maioria dos produtos vendidos são enxovais para cama, mesa e decoração, então você oferecerá uma boa diversidade de coisas para melhor atender aos seus clientes.

– Uma excelente margem de lucro

Como você pôde notar, a margem de lucro varia de 25% a 100% sobre seus produtos revendidos e essa é uma ótima porcentagem para quem pretende iniciar a revenda de produtos com o mínimo possível de investimentos. De qualquer forma, mesmo oferecendo uma boa margem de lucro para os revendedores, ainda é necessário trabalhar muito para que se consiga tirar pelo menos 1 salário mínimo com os catálogos para revender enxovais.
Com a ajuda de especialistas, criamos um passo a passo para você entrar neste ramo e ter sucesso:

1. Encare a atividade como sua profissão – tenha um horário diário para se dedicar, como se fosse uma jornada de trabalho;

2. Comece oferecendo para amigos, parentes, no trabalho, na faculdade;

3. Peça a cada um desses clientes que indique mais uma pessoa de confiança para quem você possa oferecer os produtos;

4. Deixe catálogos com seu nome e telefone em cabeleireiros, lojas… Ah, e não se esqueça de agradar as donas com brindes;

5. No começo, o ideal é ter mais clientes e uma margem menor de lucro: compensa vender R$ 10 por pessoa e ter 50 clientes do que o inverso;

6. Se alguém que você não conhece muito bem fizer um pedido enorme e você ficar com medo de não receber a grana, diga que a empresa estipula uma cota pequena para revendedores iniciantes e que você já a estourou. Sugira que se divida a compra;

7. Crie um panfleto (não é caro) e distribua pelo bairro e destaque a pronta-entrega;

8. Dedique-se às clientes – anote todos os produtos da preferência dela. Assim que entrarem em promoção, ofereça: isso garante a venda e deixa a cliente contente por pagar mais barato;

9. Invista na pronta-entrega: sempre surge algum cliente que foi pego de surpresa com uma festa e precisa presentear. Isso costuma ocorrer em datas comemorativas;

10. Produtos do seu estoque encalharam? Faça cestas baratas e venda-as em reuniões e bingos. Você lucra com as peças e ainda demonstra produtos novos. Mas atenção ao prazo de validade;

11. Se uma cliente comprou algum produto com defeito, ajude-a a efetuar a troca e a reclamar no SAC. Isso criará um laço de confiança entre vocês.

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Encantar e Fidelizar Clientes – Dicas Essenciais

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A qualidade do atendimento e serviço ao cliente são fatores fundamentais para a satisfação do consumidor. Em tempos de crise e queda nas vendas, o atendimento se destaca como um diferencial competitivo e recurso estratégico na conquista e fidelização de mais clientes. Neste post destacamos algumas dicas para o encantamento do cliente, atitudes e práticas que, além de gerar maior satisfação no consumidor:

1. A qualidade do atendimento nunca será superior à qualidade das pessoas que o fornecem
Colaboradores insatisfeitos e desmotivados, com baixos salários, sem treinamento e sem políticas de valorização se desempenham de maneira insatisfatória. Baixa qualificação, falta de uma liderança eficaz também contribuem para atendimento de baixa performance.
Lembre-se do seu papel e responsabilidade como líder e das habilidades requeridas para gerir pessoas de maneira eficaz. Procure conhecer seus colaboradores e constantemente valorizá-los, desenvolvendo suas capacidades e recompensando seu desempenho. Se você os encantar como colaboradores, eles encantarão seus clientes.

2. As empresas não cuidam das pessoas, mas as pessoas sim
A empresa é uma entidade composta por pessoas. São elas que interagem com os clientes. A qualidade dessa interação determinará a satisfação ou não do cliente, se ele ficará tentado a voltar ou não, futuramente. O consumidor espera zelo, atenção e cuidados por parte das pessoas que o atendem.

3. Os colaboradores tratam os clientes da maneira que eles são tratados
Funcionários recebem orientações da gerência. Se você cumprimentar seus colaboradores com entusiasmo e emoção todos os dias, eles se sentirão valorizados. Se você procurar ouvi-los e compreendê-los, eles se sentirão respeitados e reconhecidos. Consequentemente farão o mesmo com os clientes.

4. Você conhece quem são seus clientes?
Se um cliente regular chega à sua empresa, você o reconhece. Chama-o pelo nome? Todas as pessoas gostam de se sentir importantes. Chamar alguém pelo nome é uma maneira simples de fazer o outro se sentir valorizado. Faça seu cliente saber que você o reconhece e o valoriza como pessoa.

5. Dê o que todos clientes esperam
Existem atributos que são esperados pelos consumidores em relação à qualidade do atendimento e do serviço prestado. Segundo pesquisas, a satisfação dos consumidores em uma transação e relacionamento continuado com uma empresa depende dos seguintes fatores:
• O consumidor é influenciado pelo ambiente e a atmosfera do espaço físico. Elementos como música, cor e cheiro podem representar atração ou repulsa dos sentidos do cliente;
• A capacidade dos atendentes de atuar de maneira segura e precisa. Muitas vezes o consumidor percebe que o atendente não tem informações suficientes sobre o produto ou serviço. Isso pode levá-lo a buscar ajuda na concorrência;
• Atualmente os consumidores não têm tempo a perder. O sistema de atendimento deve ser desenhado de modo amigável facilitando a agilidade e rapidez na solução da necessidade do consumidor;
• A credibilidade e comunicação assertiva do atendente inspira confiança e segurança para o cliente tomar a decisão de compra
• Empatia é a capacidade dos funcionários de se preocuparem com as pessoas e oferecer-lhes atenção especial. Colocar-se no lugar do cliente e buscar compreendê-lo totalmente gera satisfação e sentimentos positivos nele.

6. Para atingir a excelência no atendimento, exceda as expectativas do cliente.
Surpreender um cliente positivamente provoca uma sensação de alegria e prazer. Inclua sempre um “muito obrigado” no pacote, sacola ou envelope que você dá ao cliente. No dia de seu aniversário envie-lhe um cartão ou uma mensagem personalizada por meio de um email ou Facebook. Isso vai agregar valor para ele e lembrá-lo que você se importa com ele.

7. Seus clientes são saudados quando entram em sua empresa?
A indiferença é o modo mais rápido para perder um cliente. Por exemplo, quando um consumidor entra em uma loja no shopping olhando as mercadorias e percebe indiferença e desatenção do atendente, seu sentimento é negativo. Ele não vai se sentir motivado a interagir, pelo contrário. Uma simples saudação não apenas significa respeito, mas demonstra de modo explícito que a empresa se importa com o cliente.

8. Dê aos clientes o benefício da dúvida
Contrariar o cliente ou provar que ele está errado não vale a pena. Além de criar resistência, não agrega nenhum valor à parceria. Você nunca vai ganhar uma discussão com um cliente, e é melhor nunca colocar um cliente nessa posição. Quando precisamos mostrar ao cliente que ele não poderá obter o que deseja devemos ser muito cuidadosos, sobretudo no que falar e principalmente no “como” falar.

9. Se um cliente faz uma solicitação especial, empenhe-se para atender sua expectativa.
O fato de o cliente sentir-se à vontade para pedir algo extraordinário demonstra que ele confia na empresa. Se você precisar fazer uma exceção que não consta das normas e políticas de atendimento ao consumidor em sua empresa, avalie as repercussões. Pondere também no grau de relacionamento já existente com o cliente, sobretudo seu valor potencial como comprador. Caso o benefício potencial e o retorno financeiro, mesmo em longo prazo, sejam positivos, simplesmente faça.

10. Sua equipe de atendimento é treinada continuamente sobre como lidar com reclamações e clientes difíceis?
Forneça diretrizes e orientações de como abordar cada cliente, o que dizer para encantá-lo e como se comportar adequada e respeitosamente. Pessoas na linha de frente são o cartão de visitas da empresa e desempenham o papel mais crítico na experiência do consumidor. Certifique-se de que seus colaboradores saibam o que fazer e o que dizer para tornar a experiência do consumidor agradável e positiva.

11. Quer saber o que o consumidor pensa da sua empresa? Pergunte pra ele
Crie um cartão ou painel curto e simples do tipo “Como estamos indo?” e deixe-o à vista do cliente, na área de saída, para que o consumidor possa avaliar o atendimento e dar opinião constantemente. Pergunte sobre o que os clientes gostam e o que eles não gostam, o que eles gostariam que mudasse, o que a empresa pode fazer melhor, como foi sua última experiência, etc. Para garantir que o cliente o preencha, facilite o modo de entrega, colocando uma caixa coletora ou envelope com selo pré-pago.
É muito mais caro e oneroso conquistar um novo cliente do que manter a carteira existente. Ao estreitar seu relacionamento com o cliente você pode aumentar seu volume de vendas com aquele cliente, por meio de mais penetração e oferta de outros produtos.
A percepção de cada consumidor sobre a sua empresa irá determinar quão bem você administra seu negócio e esta percepção dependerá do nível de qualidade de serviço que você fornece.

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Dicas para ajudar em tempo de crise

Diariamente estamos acompanhando as histórias sobre a crise mundial atual. São tantas e diferentes notícias que vemos dia-a-dia que, consequentemente, o medo do povo brasileiro diante desse quadro tem crescido e se espalhado. Passar por esse momento de crise é essencial! Diante desse cenário nós trouxemos algumas ideias para “sobreviver” a esse momento atual:

 

1 – Livre-se das dívidas – Em momentos de crise os credores costumam oferecer as melhores condições para negociações. Para quitar os débitos, a orientação é que o primeiro passo seja o de resolver o problema que levou ao endividamento, isto é, a causa. Corte gastos para ganhar fôlego para assumir o compromisso de pagar as dívidas.

 

2 – Destaque-se. É no momento de crise que você pode se destacar dos demais. Como? Inovando seus processos de trabalho, trazendo ideias de corte de custos para a sua empresa.

 

3 – Faça uma faxina financeira – 25% dos nossos gastos são com supérfluos, é preciso fazer um diagnóstico de sua vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente do que imagina.

 

4 – Chegou a hora de sonhar – Defina objetivos materiais, pois eles é que farão com que se tenha foco para evitar o descontrole ou mesmo o desespero. Reúna a família e converse sobre o tema, dividindo os sonhos em três tipos: curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos, definindo também quanto custam e quanto poderão poupar por mês para realizá-los.

 

5 – Motive-se: Esse é um momento e, como todo momento, passa. Precisamos acreditar e buscar novas soluções. Motivação é algo intrínseco. Coloque metas e siga-as. A crise está aí, mas o mundo não pode parar.

 

6 – Mude o formato de seu orçamento – Especialistas alertam que um erro comum é pensar que orçamento financeiro familiar consiste em registrar o que se ganha e subtrair o que se gasta e, caso sobre dinheiro, será lucro, se faltar, prejuízo.

Uma das melhores formas, no entanto, consiste em, primeiramente, elaborar o registro de todas as receitas mensais, posteriormente, separar os valores pré-definidos para os projetos da família e, somente com o restante, adequar os gastos da família. Isso forçará um ajuste do padrão de vida familiar para conquistas financeiras.

 

7 – Aprenda a investir – A alta de juros pode trazer bons ganhos, pois o grande erro que observamos é a ideia de poupar sem motivo e buscar sempre o melhor rendimento. No mercado financeiro, existem diversas opções de aplicação em ativos financeiros com riscos diferentes.

De forma geral, o risco de uma aplicação financeira é diretamente proporcional à rentabilidade desejada pelo empreendedor, ou seja, quanto maior o retorno estimado pelo tipo de aplicação escolhida, maior será o risco, por isso, é preciso cautela e busca profissionais que possam lhe orientar mais sobre esses investimentos.

 

8 – Esqueça o mundo mágico do crédito fácil

A facilidade de crédito faz com que muitos utilizem o cheque especial ou cartão de crédito no orçamento mensal com tanta frequência a ponto de esquecer quem é o dono do dinheiro… o banco! Em tempos difíceis, as instituições financeiras, precavidas, endurecem o jogo e dificultam a concessão de novos empréstimos, além de aumentarem os juros. Quem se acostumou a complementar o orçamento dessa maneira vai ficar cada vez mais enrolado. Com taxas mais altas, então, tudo passa a ser ainda mais prejudicial.

Tem muita tente dizendo que é hora de comprar carro, apartamento e outras coisas. Se forem condições interessantes e houver dinheiro para pagar o máximo à vista, tudo bem. Se for para fazer uma dívida, é ruim. Qualquer compromisso de longo prazo agora corre o risco de virar um caso de inadimplência.

 

9 – É preciso se reinventar. Criar algo a partir do que já existe, transformar a si, a algo ou outrem, transformar o cotidiano, sair da rotina. É preciso achar um novo eu.

 

10 – Pesquise, pesquise e… pesquise!

Para gastar com responsabilidade, a melhor dica continua sendo a mais antiga: pesquisar o melhor preço. Depois de organizar as contas, planejar o orçamento, envolver a família, entender que o crédito não é uma opção miraculosa e definir se deve mesmo comprar ou não determinado item, só resta vasculhar o mercado pelo produto mais em conta. Nem todo mundo ajusta os preços ao mesmo tempo. Quem procura pode, sim, conseguir preços mais baixos.

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Espero que essas dicas possam ajudá-los! Participe e compartilhe conosco suas ideias também.

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Qual a diferença entre Atender e Vender

O caso abaixo é um relato da diferença entre atender bem e ser um vendedor excelente, confira:

Acompanhando um dia de venda em uma loja de roupas e com o sistema de atendimento era de rodízio, acompanhei 3 vendedores por dez atendimentos de cada um. Esse sistema pressupõe que todos os vendedores deverão ter chances iguais de resultado. E chegamos aos seguintes resultados:

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Vendedor A: em 10 abordagens, vendeu para sete clientes. Sua característica principal era ser simpático, não falava muito, entretanto, instigava o cliente a falar. Em algumas ocasiões, percebeu oportunidades para vender outros produtos na conversa com o cliente. Um dos clientes que ele atendeu havia entrado apenas para comprar uma calça. Esse vendedor então lhe apresentou os modelos e enquanto fazia isso, de um modo aparentemente displicente foi combinando em cima do balcão algumas opções de camisas e cintos. O cliente se interessou por uma camisa de viscose e por um cinto. Na sequência lhe foi mostrado um par de mocassins que ele também comprou. Durante a conversa, o cliente também mencionou que iria viajar para o Nordeste em férias, o vendedor lhe mostrou uma linha de camisetas e bermudas. Nessa venda, no total foram 10 itens diferentes para um cliente que havia entrado somente para comprar uma calça.

Ao final dos 10 atendimentos, o ticket médio desse vendedor foi de quatro itens por cliente. Seus clientes deram notas com média 9,2 para ele.

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Vendedor B: em 10 abordagens vendeu para quatro clientes. Sua característica principal era a animação. Falava muito. Sua taxa de venda adicional foi de 1,5 itens em média. Observamos que ele não ofereceu sistematicamente produtos casados em todas as abordagens, somente em duas. Nessas, o que ele ofereceu, vendeu.

Os clientes consideraram o atendimento do vendedor B muito simpático, simples e correto e a média das notas foi de 8,4.

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Vendedor C: Em 10 atendimentos, converteu apenas dois. Não houve venda adicional. Curiosamente esse vendedor era o mais bem apessoado entre os três aqui mencionados. Seu estilo era quieto e a partir do clássico “posso ajudar?” ele se limitava apenas a mostrar o que o cliente pedia, não respondendo às objeções nem oferecendo alternativas ou produtos casados (venda adicional). Os atendimentos foram rápidos e a média foi de um item por compra. Os clientes que compraram, levaram apenas o produto pedido inicialmente. A sua média de notas dadas pelos clientes ficou em 8.

A variação entre as notas datas pelos clientes é pequena se comparada com a variação nos resultados. A percepção dos clientes quanto ao que foi um bom atendimento tem pouca variação.

Esse resultado nos fala qual a principal diferença entre Vendedores e Atendentes.

Todos os clientes foram muito bem atendidos, mas o vendedor A conseguiu ver as reais necessidades da pessoa e ofertou produtos que o cliente necessitava, conseguindo uma melhor conversão de vendas.

Já o vendedor C fez somente o trabalho dele que era ser um bom atendente e não desagradar o cliente.

É no resultado final que a verdadeira diferença aparece

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