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Marketing e propaganda, você sabe a diferença?

Comumente se ouve falar de marketing e propaganda, de vendedores ambulantes até o mais alto cargo em uma empresa, e isso é ótimo, pois é um conhecimento que todos deveriam ter independente da sua colocação profissional no Mercado.

Apesar dos referidos termos serem bastante divulgados, não se há na maioria das vezes a distinção entre os dois, até mesmo entre estudantes de Administração ou cursos similares. Apartir desta constatação nos aprofundararemos um pouco mais no tema.

De acordo com KOTLER (1976), o marketing é a análise, organização, planejamento e controle dos recursos da empresa, gerados a partir do consumidor, com o objetivo de satisfazê-lo em suas necessidades e desejos, de forma lucrativa.

Já para BARBOSA e RABAÇA (2001), as ações de marketing envolvem toda a vida do produto ou serviço, desde o momento em que ele é apenas uma ideia, invenção, projeto ou uma demanda do consumidor detectada em pesquisa, até o consumo, incluindo as etapas de pós-venda (atendimento ao consumidor após a compra do produto ou contratação do serviço). Isto é, conhecer o que o consumidor deseja além de estudar a produção desta necessidade (bem ou serviço), produzi-la, distribuí-la e vendê-la ao consumidor, inclusive orientando este a consumir o produto. Através do marketing, procura-se satisfazer as necessidades de consumo e criar novas necessidades.

Para entender o conceito de publicidade deve se ater a sua definição baseada em alguns autores. De acordo com o Código de Ética dos Profissionais da Propaganda no Brasil (1976), a propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado, serviço, instituição ou ideia, visando orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido.

O termo propaganda possui dois sentidos bem definidos: o sentido político e o sentido comercial. No sentido político, propaganda é a divulgação de doutrinas, opiniões, informações e afirmações baseadas em fatos, verdadeiros ou falsos, com o fim de influenciar o comportamento do público em geral ou de um grupo de pessoas consideradas como cidadão.

No sentido comercial, significa divulgação de mensagens por meio de anúncios, com o fim de influenciar o público como consumidor.

Apartir destas distinções se percebe que o marketing é então, mais abrangente que a publicidade, que é o ato de publicar algo – uma curiosidade a parte, o símbolo da publicidade é um galo – fazendo assim parte do marketing, este que vai desde o estudo de Mercado, elaboração e produção de um serviço ou produto até o pós – venda.

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6 competências profissionais valorizadas na crise

Assim como o ano passado, 2016 já se anunciava como um período árido para muitas áreas da economia brasileira, com baixo crescimento e um nível de demissões acima do presenciado anteriormente. E com os recentes acontecimentos políticos, a economia ficou mais instável e o cenário atual, incerto.

Mas não são raros os casos de profissionais que conseguem bons resultados – e até mesmo uma promoção – em momentos como este. “Em geral, são profissionais que possuem uma visão mais abrangente da sua área e que procuram outras formas de rentabilizar os negócios da empresa, aproveitando as oportunidades que surgem em meio a crise.”, explica Helena Magalhães, sócia da People Oriented Consultoria, especializada em recrutamento de média e alta gerência.

Segundo a consultora, independente de características técnicas, existem algumas habilidades que fazem com que o profissional se sobressaia em momentos mais difíceis na economia, pois demonstram seu preparo para se adaptar às novas situações que ocorrem sem perder o foco no futuro. Confira:

Visão estratégica
Entender que esse é um período que, como todos os outros, terá começo, meio e fim e que é essencial pensar em um plano de negócios a médio e longo prazo ajuda o profissional a ter uma visão mais clara da situação.

Comprometimento
Não se deixar contaminar pelo pessimismo e manter a mesma dedicação e empenho empregados anteriormente, entregando tarefas no prazo estabelecido e se oferecendo para participar de projetos que possam se beneficiar da sua contribuição.

Gestão de pessoas
Para os cargos de liderança, é muito importante ficar atento ao “clima” da sua equipe e tomar medidas para que não haja uma queda de resultados ou da qualidade do trabalho entregue. Seja com uma reunião geral, explicando o momento e pedindo a colaboração de todos, ou em conversas particulares, apresentando sugestões de ação para cada membro.

Austeridade
Reavaliar propostas e indicar soluções viáveis, seja com os fornecedores, colegas de outras áreas ou com clientes, é uma característica ainda mais valorizada em momentos “de baixa” na economia, quando os contratos costumam ser revisados e as demandas mais urgentes e exigentes.

Adaptabilidade
Saber se adaptar às mudanças, desde uma troca de função ou um adendo ao escopo de trabalho, é uma qualidade muito procurada pelas lideranças, especialmente em momentos de re-estruturação do quadro de funcionários da empresa.

Atualização constante
Profissionais que demonstram preocupação em adquirir novos conhecimentos, tanto por meio de MBAs ou mesmo por cursos à distância se destacam em um período no qual as empresas costumam ser ainda mais exigentes.

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Fábrica troca homens por mulheres, cria ‘vale-salão’ e dobra produtividade

 

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Fábrica troca todos os funcionários homens por mulheres

Em meio às faíscas e ao barulho da linha de produção, lábios com batom e rostos maquiados. Na fábrica de equipamentos industriais Dimensão Máquinas, em Trindade (GO), são as mulheres que fazem o trabalho pesado.

Desde que passou a contratar força de trabalho feminina para atuar na linha de produção, em 2009, o empresário Francisco Luciano Alves de Jesus, 37, diz que a produtividade aumentou e os negócios começaram a prosperar.

Jesus diz que, enquanto três homens demoravam 45 dias para produzir um equipamento, o mesmo número de mulheres fazia o serviço em metade do tempo. No ano, eles produziam a média de oito peças e elas, 16.

“Com os homens, tinha dificuldade para dividir tarefas porque eles eram mais orgulhosos. Já as mulheres trabalham melhor em equipe, o que possibilitou o aumento no quadro de funcionários e, consequentemente, a produtividade.”

Em quatro anos, o número de funcionárias aumentou e o faturamento da fábrica triplicou, segundo o empreendedor. Enquanto em 2009, a receita anual do negócio era de R$ 200 mil, a arrecadação de 2013 já superou os R$ 600 mil.

A mudança começou quando o empresário precisou de apoio na produção para dar conta dos pedidos. “Na época, só tinha eu e três homens na produção. Pedi para a secretária dar uma força e ela gostou do trabalho. Conforme a empresa foi crescendo, comecei a contratar apenas mulheres”, diz.

A secretária, que hoje não trabalha mais na fábrica, gostou da atividade e pediu para permanecer na linha de produção, segundo Jesus. Depois dela, outras secretárias foram contratadas, mas também pediram para mudar de setor.

De acordo com o empresário, a inclusão de operárias na produção começou a incomodar os homens. “Eles não aceitaram ter mulheres na mesma função e com o mesmo salário. Em um ano, os três pediram demissão”, declara.

Hoje, a empresa tem 11 funcionárias e quatro estagiárias e fabrica oito peças por mês. As funções são de soldadora, eletricista, montadora, torneira mecânica e pintora. Nenhum homem, além do proprietário, trabalha na empresa.

Para premiar a equipe quando uma meta é atingida, o empreendedor criou o “vale-salão”. Elas ganham de R$ 50 ou R$ 100 por mês como motivação quando batem a meta.

“O salão de beleza é apenas uma sugestão para uso do dinheiro, mas elas podem gastar o benefício como quiserem”, afirma.

Segundo Jesus, apesar de as funcionárias terem liberdade para usar o dinheiro para comprar o que quiserem, na maioria das vezes elas utilizam o bônus no salão de beleza.

Além do “vale-salão”, o empresário disponibiliza estojos com batom, rímel e cremes para as operárias retocarem a maquiagem durante o expediente.

“Ainda que tenhamos de usar uniforme e o trabalho seja um pouco desgastante, não deixamos de lado nossa vaidade”, declara a gerente de produção Joice Ioleni da Silva, 26.Ambiente misto favorece troca de ideias na empresa

Para a consultora do Sebrae-GO (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Goiás) Paula Cristina Borges Gomide, as mulheres têm algumas virtudes inatas, como maior capacidade de concentração e de executar várias tarefas ao mesmo tempo.

No entanto, segundo Gomide, não dá para dizer que os homens estavam impedindo o crescimento da empresa. “As mulheres souberam preencher falhas que os antigos profissionais deixaram, provavelmente porque estavam desmotivados”, diz.

A gerente nacional de recrutamento e seleção do grupo Manpower, Lisângela Melo, afirma que a contratação de profissionais não deve levar em consideração características como sexo, idade, altura, peso, etnia ou religião. A competência deve ser o quesito principal.

“Um ambiente misto, com homens e mulheres, jovens e profissionais experientes, é sempre o mais indicado, pois favorece a troca de ideias e faz com que um problema seja analisado com olhares diferentes”, declara.

Fonte: Uol

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Dicas de Empreendedorismo

empreendedorismo
Qual a chave para o sucesso?

5 DICAS FUNDAMENTAIS PARA QUEM QUER COMEÇAR A EMPREENDER

Muitas pessoas têm vontade de gerir o próprio negócio e se aventuram no caminho – às vezes tortuoso – do empreendedorismo. A paixão pelo que faz e saber os riscos que pode correr durante a batalha são pontos fundamentais que todo novo empresário deve ter, mas não é o bastante. Por isso, trouxe algumas dicas preciosas para quem tem o anseio de se livrar das amarras de uma carreira em uma grande empresa e realizar o sonho do seu próprio negócio:

1 – Perfil empreendedor: grande parte dos profissionais acredita que o empreendedorismo é um dom, mas eu discordo! É possível desenvolver características fundamentais como: delegar tarefas, ter metas claras, planejar, monitorar e persistir. Estes são os principais pontos que devem ser trabalhados pelo novo empreendedor.

2 – Buscar conhecimento: muitos profissionais acreditam que saber apenas o básico pode ser a chave de sucesso do negócio. Há também aqueles que se sintam desconfortáveis ao pedir ajuda de um especialista do ramo. Estas pessoas correm o risco de pagar caro por suas decisões e escolhas, por isso, recomendo sempre buscar conhecimentos por meio de livros, cursos e workshops. O bom empreendedor deve estar por dentro de tudo o que acontece em seu segmento.

3 – Tirar a ideia do papel: para levar o projeto adiante é preciso pesquisar profundamente a ideia, buscando informações sobre gestão e processos daquele negócio. Enquanto estamos pensando no conceito, pode ter certeza que há alguém fazendo algo muito próximo. Com esta pesquisa em mãos, veja a viabilidade do negócio, avalie os prós e os contras e coloque a mão na massa! Fique preparado para errar, mas sempre tentando acertar. Lembre-se sempre: a persistência é a alma do negócio.

4 – Conheça a sua área: o empreendedor deve ter uma visão ampla sobre todo o negócio em si. Ele não tem que operar todas as áreas, mas precisa saber a importância que cada área tem em seu negócio e contratar pessoas competentes para opera-las.

5 – Errar é humano: não se deve ser comprometido com o erro. Todo empreendedor erra e corrige a falha o mais rápido possível! Saber identifica-lo e planejar estratégias para dar a volta por cima são indispensáveis no mundo dos negócios.

Enfim, o novo empreendedor deve estar disposto a enfrentar qualquer problema que possa surgir durante a trajetória. O caminho pode ser difícil, mas a vitória é gratificante.

*Por Marcelo Ostia que é empreendedor e está à frente de diversas empresas que se destacam em seu segmento, entre elas Camisetas da Hora, Bom Pra Cachorro e Torcedor Show.

Via Canal do Empreendedor

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