Dicas para ajudar em tempo de crise

Diariamente estamos acompanhando as histórias sobre a crise mundial atual. São tantas e diferentes notícias que vemos dia-a-dia que, consequentemente, o medo do povo brasileiro diante desse quadro tem crescido e se espalhado. Passar por esse momento de crise é essencial! Diante desse cenário nós trouxemos algumas ideias para “sobreviver” a esse momento atual:

 

1 – Livre-se das dívidas – Em momentos de crise os credores costumam oferecer as melhores condições para negociações. Para quitar os débitos, a orientação é que o primeiro passo seja o de resolver o problema que levou ao endividamento, isto é, a causa. Corte gastos para ganhar fôlego para assumir o compromisso de pagar as dívidas.

 

2 – Destaque-se. É no momento de crise que você pode se destacar dos demais. Como? Inovando seus processos de trabalho, trazendo ideias de corte de custos para a sua empresa.

 

3 – Faça uma faxina financeira – 25% dos nossos gastos são com supérfluos, é preciso fazer um diagnóstico de sua vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta por tipo de despesa, até mesmo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente do que imagina.

 

4 – Chegou a hora de sonhar – Defina objetivos materiais, pois eles é que farão com que se tenha foco para evitar o descontrole ou mesmo o desespero. Reúna a família e converse sobre o tema, dividindo os sonhos em três tipos: curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos, definindo também quanto custam e quanto poderão poupar por mês para realizá-los.

 

5 – Motive-se: Esse é um momento e, como todo momento, passa. Precisamos acreditar e buscar novas soluções. Motivação é algo intrínseco. Coloque metas e siga-as. A crise está aí, mas o mundo não pode parar.

 

6 – Mude o formato de seu orçamento – Especialistas alertam que um erro comum é pensar que orçamento financeiro familiar consiste em registrar o que se ganha e subtrair o que se gasta e, caso sobre dinheiro, será lucro, se faltar, prejuízo.

Uma das melhores formas, no entanto, consiste em, primeiramente, elaborar o registro de todas as receitas mensais, posteriormente, separar os valores pré-definidos para os projetos da família e, somente com o restante, adequar os gastos da família. Isso forçará um ajuste do padrão de vida familiar para conquistas financeiras.

 

7 – Aprenda a investir – A alta de juros pode trazer bons ganhos, pois o grande erro que observamos é a ideia de poupar sem motivo e buscar sempre o melhor rendimento. No mercado financeiro, existem diversas opções de aplicação em ativos financeiros com riscos diferentes.

De forma geral, o risco de uma aplicação financeira é diretamente proporcional à rentabilidade desejada pelo empreendedor, ou seja, quanto maior o retorno estimado pelo tipo de aplicação escolhida, maior será o risco, por isso, é preciso cautela e busca profissionais que possam lhe orientar mais sobre esses investimentos.

 

8 – Esqueça o mundo mágico do crédito fácil

A facilidade de crédito faz com que muitos utilizem o cheque especial ou cartão de crédito no orçamento mensal com tanta frequência a ponto de esquecer quem é o dono do dinheiro… o banco! Em tempos difíceis, as instituições financeiras, precavidas, endurecem o jogo e dificultam a concessão de novos empréstimos, além de aumentarem os juros. Quem se acostumou a complementar o orçamento dessa maneira vai ficar cada vez mais enrolado. Com taxas mais altas, então, tudo passa a ser ainda mais prejudicial.

Tem muita tente dizendo que é hora de comprar carro, apartamento e outras coisas. Se forem condições interessantes e houver dinheiro para pagar o máximo à vista, tudo bem. Se for para fazer uma dívida, é ruim. Qualquer compromisso de longo prazo agora corre o risco de virar um caso de inadimplência.

 

9 – É preciso se reinventar. Criar algo a partir do que já existe, transformar a si, a algo ou outrem, transformar o cotidiano, sair da rotina. É preciso achar um novo eu.

 

10 – Pesquise, pesquise e… pesquise!

Para gastar com responsabilidade, a melhor dica continua sendo a mais antiga: pesquisar o melhor preço. Depois de organizar as contas, planejar o orçamento, envolver a família, entender que o crédito não é uma opção miraculosa e definir se deve mesmo comprar ou não determinado item, só resta vasculhar o mercado pelo produto mais em conta. Nem todo mundo ajusta os preços ao mesmo tempo. Quem procura pode, sim, conseguir preços mais baixos.

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Espero que essas dicas possam ajudá-los! Participe e compartilhe conosco suas ideias também.

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